Chadi Jebai

FisioTERAPEUTA, com especialidade em osteopatia, entusiasta da cozinha,
colecionador de amigos e pai.

De pai libanês e mãe brasileira, curitibano criado em Foz do Iguaçú (cidade que tem no coração), Chadi cresceu ao lado de três irmãs, na tríplice fronteira, em um ambiente rico em diversidade.

Desde muito cedo, sabia que sua vocação era na área da saúde, até que, aos 16 anos na orientação vocacional, ouviu de uma fisioterapeuta que poderia ‘ajudar as pessoas com as mãos’. Neste momento, teve certeza que era isto o que queria fazer!

Estudou Fisioterapia em Curitiba, na PUC-PR, e mudou-se para São Paulo para trabalhar no Centro de Reabilitação do Hospital do Coração e estudar Osteopatia. Após 4 anos, abriu uma clínica em sociedade com uma amiga fisioterapeuta – empreitada de muito aprendizado, crescimento pessoal, profissional e espiritual, que duraram incríveis 5 anos. Depois desse período, passou a atender em Centros de Medicina Integrativa, que para ele é a única forma possível para que a evolução clínica de um paciente seja possível. Além da prática clínica, dá aula na Pós-Graduação de Medicina Integrativa do Hospital Albert Einstein.

Hoje Quando é perguntado qual perfil de pacientes ele atende, costuma responder que atende “seres humanos”. O respeito pela individualidade, pela herança e pelo momento de vida atual é algo que norteia a sua avaliação e as propostas de atendimento. 

Chegou à Lumos, como pai de paciente e logo veio o convite da pediatra do filhote, a Dra. Renata, para fazer parte da equipe. A experiência da paternidade somada ao acompanhamento da gestação de sua mulher, fez com ele aprendesse sobre as necessidades e dificuldades que as mães e os bebês passam nessa fase tão transformadora física, mental e emocionalmente. “A gestação e o puerpério são fases que geram mudanças no corpo e na vida da mulher, normalmente, acompanhadas de desconfortos. Já os bebês precisam superar os traumas do nascimento, se adaptar às condições fora da barriga e desenvolver habilidades, toda esse aprendizado pode vir com algumas dificuldades. A terapia manual ajuda a reduzir estes desconfortos, nos dois casos.”

“Com sensibilidade, pratica e respeito pela individualidade de cada Ser, é possível perceber que conhecimento somado a ações simples podem conter potências transformadoras na evolução clinica dos pacientes.”