Natália Noguchi

Psicóloga e mestra em Psicologia, sempre foi apaixonada por Plantão Psicológico

 

Mãe de dois, teve experiências intensas em cada uma das gestações, partos e puerpérios. Como muitas mulheres, pôde (re)conhecer uma força que não sabia que tinha. Conheceu a Lumos nesta fase, em que foi acompanhada por Ana Thaís, Vânia, Kely e Dani Paulino.

 

Psicóloga e mestra em Psicologia, sempre foi apaixonada por Plantão Psicológico: “comecei minha vida profissional no ano 2000, no pátio das unidades de internação da ex-Febem, atendendo semanalmente em plantão os adolescentes e funcionários. Essa experiência mudou minha vida”. Seguiu com a prática de plantão em clínicas comunitárias, cortiços e comunidades ribeirinhas na Amazônia: “meu sonho sempre foi atender em plantão, dentro e fora de instituições. É uma prática que acolhe o que aparece, dá autonomia a quem chega. É como uma pausa, um respiro para seguir”.

 

Atua também com formação de adultos e facilitação de grupos nas áreas de educação, assistência social, direitos das crianças e adolescentes. É co-autora do método Quadros e da publicação Vozes e Olhares – uma geração nas cidades em conflito. Gosta de bordar, tocar percussão e é palhaça curiosa pelos Doutores da Alegria.

 

Para contar um pouco sobre sua postura e modo de ser, traz um trecho de um livro que a inspira:

 

“Ser delicado com o outro implica não chegar de sopetão com uma verdade já pronta. Implica uma certa lentidão no trato com o tempo, para que seja possível observar, interagir e encontrar a medida certa. (…) Poder esperar as perguntas chegarem, falar do seu conhecer aos poucos, na medida que há um espaço para fazê-lo. Usar palavras compreensíveis têm resultados incríveis. É a postura que alinho com o que chamo de sutileza. São atitudes que não chamam muito a atenção, ao contrário, passam quase desapercebidas, mas talvez por isso mesmo consigam penetrar e produzir mudança. (…) A atitude delicada e sutil preserva a diferença entre as pessoas, a autenticidade de cada uma no encontro com a situação, o que não impede que haja uma porosidade de afetação. Um deixar-se penetrar pela emoção que circula naquele momento único”. (ARAGON, L. E. P. A espessura do encontro. Interface – Comunic, Saúde, Educ, v.7, n.12, p.11-22, 2003).

 

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